5 influencers essenciais para seguir no LinkedIn

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O LinkedIn se tornou meu principal canal de consumo de conteúdo sobre minha área de atuação, informações relevantes de mercado e dicas preciosas sobre comportamento corporativo.

O segredo para isso está na curadoria constante de canais, grupos e pessoas que eu sigo. Além de toda a rede de conexões, alguns influencers promovem insights rápidos e inteligentes, que me fazem refletir sobre minha postura profissional e mudanças às quais preciso estar atenta.

Compartilho hoje uma lista com 5 deles que considero essenciais e indico pra todas as pessoas que buscam informação atualizada e pertinente:

1. Rodrigo Brancatelli é jornalista, Senior Editor no LinkedIn e responsável pela excelente curadoria do Pulse Brasil. Ele sabe tudo que estamos falando por aqui e possui um sofisticado algoritmo no cérebro que faz com que saiba também o que precisamos ler. Meu preferido.

2. Bel Pesce, a querida e hiperativa menina do vale, é uma grande fonte de inspiração para todo mundo que busca propósito no que faz. Além disso, como empreendedora, Bel fez das novas mídias e da educação as molas propulsoras dos sonhos que incentiva. Parece incrível, mas cinco minutos de Bel Pesce são o suficiente pra gente ficar feliz.

3. Ruy Shiozawa, CEO da consutoria em Recursos Humanos Great Place to Work Brasil, dá um banho nas lições sobre pessoas no centro dos processos, transformação do modelo de trabalho, propósito e liderança. Como profissional, cresço muito com sua visão sobre comportamento corporativo.

4. Bill Gates se tornou o maior financiador do mundo de projetos sociais com o objetivo de tirar as pessoas da pobreza e promover pesquisas saúde e educação. No LinkedIn, ele fala sobre suas leituras, as descobertas da ciência e da tecnologia e promove as ações da Bill & Melinda Gates Foundation.

5. Sidnei Oliveira é um dos maiores nomes em mentoria e coaching do país. Seu conteúdo nos chama à ação e uma das coisas mais incríveis é seu profundo conhecimento sobre a geração da qual faço parte. Nossas frustrações, esperanças e oportunidades de crescimento são os principais assuntos das publicações dele por aqui.

Sirva-se de um café e tire um tempo para ler o que essas mentes produzem. É conteúdo bom, confie na Catita. 😉

Originalmente publicado aqui.

Insights reais sobre os micro-momentos

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Falei aqui (vale a leitura) há algum tempo sobre a influência dos micro-momentos nas decisões de compras dos novos consumidores e o papel dos smartphones nesse processo.

Pois eles voltam nesse report com exemplos reais de consumidores que tomaram decisões rápidas de compras e saíram na frente as marcas que estavam preparadas para essas pessoas.

Compras a dois cliques, informações precisas, proposta de valor, disponibilidade de serviços, localização e relevância de conteúdo são apenas alguns exemplos listados.

Estamos entregando?

Que tal darmos mais uma verificada na nossa presença mobile?

Behind the Moment: Micro-Moment Insights From Real People

Originalmente publicado aqui.

Todo mundo é uma história

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Eu pego o taxi tarde da noite no escritório quase todos os dias. Quase todos os dias, quando eu chamo no aplicativo, quem aparece é o Seu José, um senhor querido, de um ponto lá perto, que me puxa a orelha por causa do horário e me fala sobre os seus filhos e sua esposa. Ele esteve sumido por uns dias, me contou que esteve no hospital com amigdalite por causa de uma viagem de moto na chuva. Ele tem um sotaque acentuado, mas eu nunca havia perguntado de onde ele era. Ontem, por algum motivo, eu perguntei e ele já soltou um “mas eu nunca lhe falhei da minha história”? E então ele me contou.

Me contou que veio pra Florianópolis há mais de 30 anos, fugindo da ditadura de Pinochet, no Chile. Que era jovem e quando a ditadura começou ele estava no exército, cumprindo serviço militar, mas quando saiu, viu um país violento, triste e em crise. Era o cenário do seu país. E decidiu que não queria viver mais lá. Então veio para o Brasil que também vivia em uma ditadura, mas segundo ele, “não se comparava” à do seu país. Aqui fez a sua vida e formou a sua família. Daí me contou também que enquanto seus pais viveram, ele ia ao Chile uma vez por ano, mas após o falecimento de ambos, não retornou. Com seus irmãos conversa via Whatsapp e Skype, mas desde que saiu, nunca mais viu o país onde nasceu como seu. “Não tenho nada a me apegar por lá.” Falamos um pouco mais sobre as mudanças econômicas da última década no Chile e da política brasileira.

Cheguei em casa, mas não desliguei. Fiquei pensando no seu José e na sua história. Até ontem ele era apenas o taxista do ponto perto da agência. Mas ontem ele foi ressignificado pra mim por conta de sua história. Foi como se eu estivesse conhecendo uma outra pessoa.

Pensei em mim mesma, no que eu já vivi e no que poderia ser a minha história. Fiquei pensando se eu já tinha vivido a minha grande história de vida ou se a graça dela seria de pequenas histórias.

Pensei também nos anônimos pelos quais eu passo todos os dias, para os quais eu nem olho direito e deixo correr. Pensei em quantas histórias eu posso ter deixado de conhecer e quantas eu ainda irei descobrir. Fiquei pensando também se uma história só se tornava uma história quando era bem contada. Meu chefe tem muitas histórias, sabe contar. Meu pai tinha muitas histórias, os outros contavam. Ou não? Ou todas as histórias são boas histórias, o que precisam é ser ressignificadas?

Da alegria e da melancolia, da fartura ou da ausência, da calmaria ou do olho do furacão, todos tem uma. Todo mundo é uma história.

Prometi prestar mais atenção àquelas pelas quais eu cruzo.

Co-criação, família e respeito

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Co-criação pressupõe inovação e ampliação dos stakeholders. Ela agrega valor e conteúdo, ela é aberta a ideias e não tem apego a propriedade ou a definições. E quando ela se junta a uma causa social, então, ela causa um impacto tremendo e imensurável. Ela ensina, ela aprende, ela emociona.

Pois hoje, através do Facebook da Renata, tomei conhecimento da campanha #todasasfamilias, promovida pelo Houaiss. Sim, o dicionário.

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A comissão especial que discute o Estatuto da Família aprovou que o termo “família” significa apenas a união entre um homem e uma mulher. Isso está também no Houaiss, mas ele, diferentemente do nosso Congresso, quer mudá-la, porque entende que é retrógrada e não compreende as novas configurações familiares. Ele entendeu que família vai muito além disso e lançou essa campanha.

A campanha convida todas as pessoas a co-criarem uma nova definição, que não carregue consigo limitações e nem preconceitos. Essas contribuições, recebidas através do hotsite todasasfamilias.com.br, serão analisadas e, com o aval de seus especialistas em lexicologia e lexicografia (aka pessoas que fazem o dicionário), seu significado será redefinido.

O vídeo da campanha é lindo e pode ser sintetizado em duas citações:

“Tudo nasce, se alimenta e está baseado no amor.”

“Nenhuma instituição ou dicionário pode definir o conceito de família de ninguém.”

Como agências, clientes, produtores de conteúdo e criadores, podemos aprender com essa campanha a abrir mão de conceitos e estruturas pré-definidas em nome da inovação e das necessidades reais dos nossos clientes. Podemos aprender que o nosso público tem muito a dizer sobre o que ele quer, ele acredita e ele precisa.

Nem a foto para ilustrar esse post foi fácil de definir, porque família tem mãe + pai + filhos, mãe + mãe + filhos, pai + pai + filhos, homem + mulher, homem + homem, mulher + mulher, pai + filhos, mãe + filhos… tem muito mais que isso. O dicionário aprende, a sociedade aprende, nós todos aprendemos.

Originalmente publicado aqui.

Relatório Mundial da Felicidade 2016

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Há algumas semanas, saiu a atualização anual do Relatório Mundial da Felicidade, o reporte que classifica 156 países do mundo por seus níveis de felicidade. Esse é o quarto relatório publicado, em comemoração ao Dia Mundial da Felicidade, da Organização das Nações Unidas, 20 de março. Nem preciso dizer o quanto eu amo essa data.

A cada edição vem crescido o interesse nesse documento, em consonância com um interesse global em fatores subjetivos como bem-estar e felicidade nos índices de desenvolvimento humano. Felicidade tem virado política pública mundo afora.

O primeiro lugar é da Dinamarca, seguido pela Suíça, em segundo, e a Islândia (morro de vontade de conhecer), em terceiro. O Brasil, em 2016, aparece em 17º lugar (caiu uma posição em relação ao ano passado), demonstrando que, apesar da profunda crise que vivemos e do aumento da distopia provocada por ela, ainda estamos entre os povos mais felizes do mundo.

Os indicadores de construção do relatório passam pelo Produto Interno Bruto (PIB) per capita, a expectativa de vida saudável, a rede de proteção social, a percepção de corrupção (xiii), a liberdade para tomar decisões e a generosidade do povo.

No documento, ainda são realizados apontamentos sobre ética e desenvolvimento sustentável.

O Relatório Mundial da Felicidade é um documento obrigatório para entender como ela é predominantemente social e pode ser baixado na íntegra aqui.